Celebração do Santo Sacrifício Tridentino, segundo Pio V

1⁰ Domingo Agosto – Dia do Pai Celestial Clique Aqui.

Mensagens à Anne

Introdução

O Santo Sacrifício no Rito Tridentino, segundo o Papa Pio V, foi praticamente abolido das santas igrejas devido às alterações propostas no Vaticano II (1962). O missal da Santa Missa no Rito Tridentino, segundo Pio V,  foi canonizado por Santo Papa Pio V em 1570 num documento chamado Bula Quo Primum.  As disposições neste documento foram definidas para a observância perpétua do clero, ou seja, ninguém jamais poderia alterá-las pelos séculos dos séculos. Santo Pio V. escreveu :

“Se alguém, contudo, tiver a audácia de atentar contra estas disposições, saiba que incorrerá na indignação de Deus Todo-poderoso e de seus bemaventurados Apóstolos Pedro e Paulo.” (Santo Papa Pio V.) 

Mensagem do Pai Celestial sobre a Santa Missa no Rito Pio V.

O Pai Celestial fala também sobre as disposições definidas no missal definido pelo Santo Papa Pio V.:

“(…) vós celebrais nomeadamente após 1962, segundo o Papa João XXIII, que procedeu às alterações. E isto Eu não desejo, pois a Santa Missa segundo Pio V foi canonizada, ou seja, jamais pode ser alterada. Isto se tem feito. Não é triste, Meus filhos sacerdotes? Vós não podeis reconhecer que Eu desejo este Santo Sacrifício e que somente posso transubstanciar-Me em plena força divina neste Santo Sacrifício, através de Meus Sacerdotes? Jamais está predestinado um outro Santo Sacrifício.”  (4 Agosto 2013 – O Pai Celestial fala no décimo primeiro domingo depois de petencostes)

“A Santa Missa, que Meu filho Sacerdote (Padre Lodzig) celebra diariamente na sua igreja-casa na Rua Kiesseestraße 51b (Göttingen) ou na capela-casa da Casa na Rua Geismar Landstraße 103 (Wigratzbad), corresponde plenamente à Verdade, porque ele oferece-a ao Pai Celestial no Rito Tridentino segundo Pio V. Isto é a Minha Santa Missa! Nenhuma outra é válida. Em todo mundo continuam a celebrar missa segundo o rito após 1962 e vós sabeis, Meus amados irmãos Pio, que isto não corresponde à Verdade. Convertei-vos, pois o mal dirigir-se-á para vós, mas vós não reconheceis à minha Verdade. Por isso, vós estais na inverdade e anunciai, além disso,  inverdades e esclarecem falsamente os seus fiéis que pensam que vós estais na plena verdade. Vós tendes a responsabilidade, caso eles escolherem o caminho certo ou o falso. ” (1.Abril 2013 – O Jesus Cristo fala na segunda feira da Páscoa).

Breve Descrição da Celebração

Para auxiliar na compreensão da celebração do Santo Sancrifício no Rito Tridentino, segundo Pio V., uma descrição do Rito é disponibilizada abaixo. Para a celebração da Santa Missa com auxíliio ao DVD, deve-se introduzir as respectivas orações e leituras (marcação em vermelho) correspondentes ao calendário litúrgico.

Este DVD foi estabelecido pelo Pai Celestial aos fiéis que desejam celebrar a Santa Missa em suas casas. Nem sempre encontra-se a realização deste Santo Rito nas paróquias, nas disposições definidas pelo Santo Padre Pio V. Na impossibilidade dos fiéis assistirem à Santa Missa no Rito Pio V. em suas paróquias, ou caso não houver sacerdotes que a realize, estes podem  e devem realizá-las através do DVD.

“Todos os Meus filhos e fiéis podem participar em uma Santa Missa Tridentina, caso isto seja possível. Caso não seja possível, então permaneça em vossas casas. Frequente a igreja de emergência (igreja católica improvisada em casos de emergência), pois serão inauguradas ainda mais.” (O Pai Celestial fala – 27 abril 2008)

“Meu pequeno rebanho amado, Meus amados seguidores, Meus amados peregrinos de Heroldsbach, Wigratzbad e todos os Meus fiéis que acreditam nestas mensagens. Eu amo-vos muitíssimo. Eu gostaria de preservar-vos do iminente desastre que virá sobre todos vós. A crise nesta igreja católica está imparável. O mal encontrou seu pleno caminho com a homossexualidade. Quão frequente, Meus amados filhos, Eu tenho advertido-vos: Permanecei longe destas igrejas modernistas e ide para vossas casas, ide para a capela de vossas casas e celebrai aí a Santa Missa Tridentina Segundo Pio V. Aí estais protegidos e tendes um Santo Sacrifício válido de acordo com o DVD. Este podeis adquirir-vos (Dorothea W. 004905513054480 ou Download).” (O Pai Celestial fala – 13 Outubro 2015).

Rito da Santa Missa

O Missal Romano que contém todas as orações que o sacerdote deve recitar na missa, está depositado no lado direito do altar. Também, na mesa do Altar, encontram-se três painéis, denominados Sacras, com orações que o padre deve dizer na missa. O padre faz as Orações ao pé do altar e os fiéis acompanham no ordinário da missa.

opfertisch

  • O sacerdote, após a entrada, fica de frente para o altar e faz o sinal da cruz estando de costas para assembleia. “In nómine Patris, et Filli, et Spiritus Sancti. Amén”. Os fiéis fazem o sinal da cruz e ajoelham-se até o cantico do Glória; Depois recita a antífona “Introibo ad altare Dei” e os fieis respondem “ad Deum qui lætificat juventutem meam” (“Subirei ao altar de Deus; Do Deus que alegra minha juventude)”.  A seguir o padre recita o trecho do Salmo 42:, (“Judica me Deus …” – “Julga-me Deus”). Este é recitado pelo sacerdote, alternado com os fiéis. Em seguida, o sacerdote faz novamente o sinal da cruz, dizendo: “Adjuntorium nostrum in nomine Domine” (“O nosso auxílio está no nome do Senhor”, em que os fiéis respondem: “Qui fecit caælum et terram” (“Que fez o céu e a terra”). Os fiéis também fazem o sinal da cruz.+
  • Confissão (“Confiteor“) -(00:02:16)
    • Primeiro, o sacerdote extremamente inclinando diz o seguinte: “Confiteor Deo omnipoténti…” (“Confesso a Deus todo-poderoso”). Na confissão o sacerdote pede a intercessão da Virgem Maria, de João Batista, de Miguel Arcanjo, e de São Pedro e São Paulo, e acrescenta “et vobis, fratres”, pedindo também a congregação que reze por ele. Em seguida reza duas vezes “mea culpa” (“minha culpa”), e uma terceira vez “mea maxima culpa” (“minha máxima culpa”), bate com a mão no peito três vezes.
    • Os fiéis, após a Confissão, recebem do padre a benção com a oração: “Misereátur tui omnípotens Deus, et dimissis peccátis tuis, perdúcat te ad vitam ætérnam” (“Que Deus onipotente se compadeça de vós, que vos perdoe os pecados e vos conduza à vida eterna”). Em seguida, é a vez dos fiéis confessar seus pecados e pedir a bênção do padre. Eles usam as mesmas palavras usadas pelo sacerdote, porém pedem orações ao padre, e não a congregação, dizendo portanto “et tibi, Pater” (“a vós, Padre”), no lugar de “et vobis, fratres”. O padre em seguida, responde com a mesma bênção que os servidores usaram, porém, como demonstração de seu específico cargo sacerdotal, acrescenta uma prece de absolvição: “Indulgéntiam absolutiónem, et remissiónem peccatórum nostrórum, tríbuat nobis omnípotens et miséricors Dóminus” (“Indulgência, absolvição e remissão dos nossos pecados, nos conceda o Senhor Onipotente e Misericordioso Deus”)
    • Então, três versículos são ditos pelo padre e os fiéis, são eles “Deus, tu convérsus vivificábis nos” (“Dai-nos Senhor a vida”); “Osténde nobis Dómine, misericórdiam tuam” (“Mostra-nos, Senhor, tua misericórdia”); e “Dómine, exáudi oratiónem meam” (“Ó Senhor, ouvi a minha oração”);
    • Ao termina-los o padre reza pela primeira vez na missa o “Dominus vobiscum” (“O Senhor estaja convosco”), cuja resposta dos fiéis é: “Et cum spíritu tuo” (“E com o teu Espírito)”, então o padre diz: “Oremus” (“Vamos orar”). Depois disso, ele vai para o altar, rezando em silêncio “Aufer a nobis, quǽsumus, Domine, iniquitátes nostras: ut ad Sancta Sanctorum puris mereámur méntibus introíre” (“Lavai-nos, Senhor, de todo o pecado, a fim de merecermos penetrar de coração puro no Santo dos Santos)”, que é uma referência a Êxodo 26:33-34I Reis 6:6-16III Reis 6:16I Reis 8:6II Crônicas 3:8Ezequiel 41:4, e outros. Ele coloca as mãos unidas sobre o altar e o beija enquanto silenciosamente reza “Oramus te, Domine, por Merita Sanctorum tuórum, quorum Reliquiae hic sunt, et omnium sanctorum: ut indúlgere dignéris Omnia peccata mea” (“Nós vos suplicamos, Senhor, pelos méritos de vossos santos, cujas relíquias aqui se encontram, e de todos os demais santos, vos digneis perdoar todos os nossos pecados, Amém”).

O Sacerdote no altar

  • Incensação do Altar  (00:04:18)
    • O sacerdote faz a incensação do altar e das imagens. Os fiéis podem ter em suas casas o incenso e acendê-lo junto do altar.
  • Intróito (00:06:26)
    • O padre de novo faz um sinal da cruz, enquanto ele começa a ler o Intróito, alguns versículos que normalmente são retirados de um Salmo. 
  • Kyrie- (00:06:59)
    • Esta parte da Missa é rezada em grego. Em que o padre e os fiéis intercalam, três “Kyrie, eleison”; três “Christe, eleison”, e por fim outros três “Kyrie, eleison“; que significam “Senhor, tende piedade de nós; Cristo, tende piedade de nós.”
  • Glória in excélsis Deo (00:09:11)
    • A primeira linha do Gloria é tirado Lucas 2:14. O Glória é omitido durante tempos litúrgicos de penitência, como o Advento e a Quaresma, ambos geralmente tendo a cor violeta litúrgica, mas é usado em festas durante estas estações, bem como na Quinta-feira Santa. Neste cântico, os fiéis permanecem de pé e intercalam com o sacerdote em cada estrofe. 
  • Oratio (00:11:34)
    • O padre vira-se para o povo e diz: “Dominus vobiscum”. Os fiéis respondem: “Et cum spiritu tuo” (“O Senhor esteja com vocês.” “E com o vosso espírito”). O Oratio é uma oração que não é diretamente retirada da Escritura, mas reflete as intenções do tempo litúrgico, ou da festa do santo do dia.  

Leitura da Epístola (00:12:20)

  • O sacerdote então lê a Epístola, principalmente um extrato das Epístolas de São Paulo para várias igrejas. Como as leituras do evangelho se alteram, deve-se pausar o vídeo e fazer a leitura da Epistola do dia, a gradual e o Santo Evangelho. Ao final, respondem “Deo Grátias. Posteriormente, lê-se o graduale e/ou Tractus, descrito no missal.

Graduale e/ou Tractus

  • Entre a Epístola e o Evangelho, dois versículos (raramente três) do coro são cantados ou somente rezados. Geralmente estes são o gradual. O Gradual é parcialmente constituído pela porção de um salmo.

Leitura do Evangelho (00:17:33)

  • A leitura do Evangelho, é um trecho de um dos quatro Evangelhos, o Evangelho deve ser recitado no lado esquerdo do altar, chamado por isso mesmo “Lado do Evangelho”, por isso o servidor da missa, pega o Missal Romano, na parte da extrema direita do altar, e o muda para a parte da extrema esquerda.
  • Antes de ler ou cantar o Evangelho, o sacerdote reza: leitura “Munda cor meum ac lábia mea, omnípotens Deus, qui lábia Isaíæ Prophétæ cálculo mundásti igníto: ita me tua grata miseratióne dignáre mundáre, ut s anctum Evangélium tuum digne váleam nuntiáre” (“Senhor onipotente, purificai o meu coração e os meus lábios, Vós que purificastes os lábios do profeta Isaías com um carvão em brasa. E dignai-Vos por tal modo purificar-me com a Vossa misericórdia, que possa dignamente anunciar o vosso Santo Evangelho)”, uma referência a Isaías 6:6. Nesta passagem, depois de ser purificado por um anjo, Isaías foi instruído a profetizar. Nesta parte, o sacerdote faz a oração de instrodução, antes da leitura do evangelho, e os fiéis fazem o sinal da santa cruz. Posteriormente, pausa o vídeo e faz a leitura do Evangelho do dia contida no missal. Após a leitura, responde dizendo “Laus Tibi, Christie“.
  • O Sermão
    • Neste ponto, o sacerdote faz a homilia do dia. Na celebração pelo DVD, após a leitura do Santo Evangelho, adianta-se o vídeo para o início do Credo.
  • O Credo Niceno-Constantinopolitano (00:39:32)
    • É considerado absolutamente essencial todos os fiéis professarem o Credo, como exposição pública de que acreditam em Deus e na Igreja, para que assim, possam participar da “Missa dos Fiéis”. 

Ofertório  (00:43:12)

  • Depois de cumprimentar o povo mais uma vez (“Dominus vobiscum/Et cum spiritu tuo“) e fazendo o convite para orar (“Oremus”), o sacerdote começa, a segunda parte da missa. O padre então lê a antífona do ofertório, que é uma breve citação da Sagrada Escritura, que varia de acordo com a missa de cada dia, rezando com as mãos unidas. Os fiéis fazem a leitura da oração do ofertário e continuam a acompanhar a celebração lendo o Ordo
  • Oferecimento do Pão e do Vinho

    • O sacerdote oferece a hóstia a Deus, colocando-a na patena, e segurando esta no nível do peito, e rezando para que, embora ele seja indigno, Deus possa aceitar “esta hóstia impecável” (o significado básico de “hóstia” em latim, é “vítima”) para o perdão de seus próprios inumeráveis pecados, ofensas e negligências, e o de todos os presentes, e para o dos fiéis cristãos vivos e mortos, para que sirva para a salvação deles. Ele, então, deposita no cálice uma pequena quantidade de vinho, e em seguida o mistura com algumas gotas de água, que lhe são trazidas pelos servidores nas “galhetas”, ele então segura o cálice de modo que a borda deste fique na altura de seus lábios, e oferece “o cálice da salvação”, fazendo uma oração de contrição adaptada do texto de Daniel 3:39-40.
  • Incensação das oferendas e dos fiéis (00:45:53)
    • Em uma Missa Solene, o padre abençoa o incenso trazido ao altar em um turíbulo pelos servidores, em seguida, incensa o pão e o vinho no altar. Entre as orações, o sacerdote diz alguns versículos do Salmo 14 1:2: “Dirigátur, Dómine, oratio mea, sicut incénsum in conspéctu tuo: elevatio mánuum mearum sacrificium vespertínum…” (“Fazei, Senhor, que a minha oração suba como este incenso, à Vossa presença, e que o erguer das minhas mãos seja como uma sacrifício da tarde…”), que é a oração feita enquanto o padre incensa o altar. O padre então dá o turíbulo ao servidor, que incensa o sacerdote, e em seguida, os outros ministros e a congregação.
  • Lavar as mãos
    • Os servidores trazem até o sacerdote uma bacia e um vaso com água, no qual ele lava as mãos rezando o Salmo 26: 6-12: “Lávabo inter innocéntes manus meas: et circúmdabo altáre tuum, Dómine. Ut áudiam vocem laudis: et enárrem univérsa mirabília tua. Dómine, diléxi decórem domus tuæ…” (“Lavo as minhas mãos entre os inocentes, e me aproximo da vosso altar, ó Senhor. Para ouvir o cântico dos vossos louvores, e proclamar todas as vossas maravilhas. Eu amo, Senhor, a beleza da vossa casa, e o lugar onde reside a vossa glória…”), em seguida reza um Gloria Patri.
  • Oração à Santíssima Trindade
    • Esta oração pede que a Trindade Divina receba a oferta sendo feita em memória da paixão, ressurreição e ascensão de Jesus e em honra da sempre Virgem Maria e os outros santos.
  • Orate Fratres, Suscipiat e Secreta (00:48:32)

    • Aqui, o padre se vira para a congregação e diz as duas primeiras palavras: “Orate, fratres” (“Orai Irmãos”), em um tom elevado e então se vira novamente para o altar, enquanto termina a exortação em tom secreto: “ut meum ac vestrum sacrificium acceptábile fiat apud Deum Patrem omnipoténtem” (“para que este sacrifício, que também é vosso, seja aceito e agradável a Deus Pai Onipotente”).
    • Os fiéis, de pé, respondem com a oração denominada Suscipiat, em que unem suas intenções ao do sacerdote: “Suscipiat Dominus sacrificium de manibus Tuis, ad laudem et gloriam Nominis sui, ad utilitatem quoque Nostram, totiusque Ecclesiae suae Sanctae”, em seguida o padre secretamente responde, “Amém” (“Receba, o Senhor, em vossas mãos este sacrifício, para louvor e glória de seu nome, para nosso bem e de toda a sua Santa Igreja”).
  • Oração da Secreta: A oração da secreta é concluída pelo padre com “Per omnia sæcula sæculorum” (“Por todos os séculos dos séculos”) em voz alta. Os fiéis então respondem: “Amém”, que conclui o Ofertório.

Canon

  • Prefácio do Canon (00:49:22)
    • A data do estabelecimento do Cânon é antes de São Gregório Magno, que morreu em 604. Ele contém os principais elementos encontrados em quase todos os ritos, mas num arranjo invulgar.
    • Há um diálogo entre o padre e a congregação, que se inicia com o “Dominus vobiscum – Et cum spiritu tuo” (O Senhor seja convosco – E com o vosso espírito), e é sucedido pelo “Sursum corda – Habemus ad Dominum” (“Corações ao alto – Os elevamos ao Senhor”), “Gratias agamus Domino Deo nostro – Dignum et iustum est” (“Demos graças ao Senhor, nosso Deus – É digno e justo”).
    • Prefácio do dia: Este indica razões específicas para dar graças a Deus. Este conduz a oração do Sanctus. O prefácio do dia encontra-se, geralmente, indicado no missal. 

Consagração e Transubstanciação

  • “Regra da consagração”
    • É rezado de maneira inaudível, por ser uma prece puramente sacerdotal, pertencente exclusivamente ao sacerdote, sendo também o silêncio uma reverência ao momento mais sagrado da missa.
  • Intercessões
    • Compreendem, uma série de quatro orações, são elas o Te IgiturIn Primis, a Primeiro Memória – Memória dos vivos, e o Communicantes – Memória dos Santos, nessas orações o padre reza pela vida, para que Deus guarde, una e governe a Igreja, pede pela santificação dos cristãos vivos e implora o auxílio dos santos.
  • Orações preparatórias para a consagração
    • Trata-se de duas orações, o Hanc Igitur, e o Quam oblationem, duas preces nas quais o sacerdote pede que Deus aceite a oferta dele e da Igreja.
  • Consagração (transubstanciação) e  Elevação maior
    • O celebrante durante o Cânon, eleva o cálice, para adoração dos fiéis.
    • A passagem Lucas 22:19-20 é fundamental nesta seção, compreendendo duas orações, Qui pridie, pelo qual se consagra o pão, e Simili modo, pelo qual se consagra o vinho. É considerado a parte essencial da missa, de instituição divina.
  • Oblação da vítima a Deus – Consagração (00:56:16)
    • A oferta e sacrifício de Cristo pelo perdão dos pecados, é feito em três orações, Unde et memoresSupra quae, e Suplices te rogamus.

consagracao

  • Intercessões
    • O padre agora faz duas intercessões, uma pelos mortos, pedindo que eles repousem, trata-se da “Memória dos Mortos”, que é seguida por outra intercessão, agora feita para os vivos, na qual se cita João Batista e 14 mártires (sete homens e sete mulheres), que sãomencionados pelo nome, trata-se da “Segunda Memória dos Vivos”. Nesta última oração, as primeiras palavras, o padre fala em voz alta: “Nobis quoque peccatoribus” (“Também a nós, pecadores…”), para indicar que está rezando pelos fiéis cristãos, que são devido a sua natureza, considerados pecadores. Logo em seguida o padre volta a rezar inaudivelmente.
  • Fim do Canon e doxologia com elevação menor  (01:01:10)
    • A conclusão do Canon ocorre com a doxologia é: “Per ipsum, et cum ipso, et in ipso, est tibi Deo Patri omnipotenti, in unitate Spiritus Sancti, omnis honor et gloria” (“Por ele, com ele, e nele, a Vós, Deus, Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória”). Termina-se com a frase dizendo em voz alta: “Per omnia saecula saeculorum” (“Por todos os séculos dos séculos”), concluindo o Canon, dizendo em seguida “Amen”.

Comunhão (01:01:20)

  • O Pai Nosso e o Libera nos
    • O Padre reza o Pai Nosso, e em seguida a congregação responde os últimos versículos: “sed libera nos a malo” (“mas livrai-nos do mal”). O sacerdote então reza o “Libera nos”, que é uma extensão do Pai Nosso, rezando para que a Virgem Maria, juntamente com os apóstolos e santos, possam interceder pelos homens, para obter paz.
  • Fração da hóstia
    • Durante a oração anterior, o sacerdote parte a hóstia consagrada em três partes, e depois de concluir a oração deposita a menor parte no cálice, enquanto reza pedindo pela eficácia do sacrifício de Cristo.
 Distribuição de comunhão aos fiéis em missa tridentina.
  • “Pax” (01:03:05)
    • O padre pede a Cristo para não olhar para os pecados do sacerdote, mas para ver a fé da Igreja e reza pela paz e unidade nela. Em uma Missa Solene, o celebrante dá o sinal de paz para o diácono, dizendo: “Pax tecum” (“A paz esteja contigo”), que é respondido com “Et cum Spiritu tuo”.
  •  Agnus Dei (01:03:56)
    • “Agnus Dei” significa “Cordeiro de Deus”, nela o sacerdote reza duas vezes: “Agnus Dei, qui tollis peccáta mundi: miserére nobis” (“Cordeiro de Deus, que tiras os pecados do mundo, tende piedade de nós”) e em seguida, acrescenta: “Agnus Dei, qui tollis peccáta mundi: dona nobis pacem” (“Cordeiro de Deus, que tiras os pecados do mundo, dai-nos a paz”). A Missa da Última Ceia de Quinta-feira Santa tem três “tem misericórdia de nós”. Nas missas de réquiem, as petições são “dona eis réquiem” (“concede-lhes descanso”) (duas vezes), seguido por “dona eis réquiem sempitérnam” (“concede-lhes o descanso eterno”).
  • Orações preparatórias para a Comunhão
    • São duas orações, na primeira o padre pede para ser liberado de todas as suas iniquidades e maldades, e pede forças para aderir aos mandamentos de Jesus e nunca se separar dele. Na segundo, ele pede que não seja condenado por ousar consumir o Corpo e o Sangue de Cristo.
  • Comunhão do Sacerdote
    • O sacerdote diz em silêncio várias orações aqui, antes de receber a comunhão. Em uma deles, ele fala três vezes, sendo a primeira linha da oração audível, e o restante silencioso, enquanto possui a hóstia na mão esquerda e bate no peito com a mão direita, baseado em Mateus 8:9, dizendo “Dómine, non sum dignus (et secrete prosequitur): ut íntres sub tectum meum: sed tantum dic verbo, et sanábitur ánima mea” (“Senhor, eu não sou digno (e prossegue secretamente): de que entreis sob meu teto, mas dizei uma palavra, e minha alma será salva”).
  • Segunda Confissão dos Fiéis (01:07:29)
    • Aqui os servidores da missa ou a congregação recitam novamente a Confissão (“Confiteor”), e o padre lhes dá a bênção e a absolvição de seus pecados, para que possam comungar mais adequadamente.
  • “Ecce Agnus Dei” (01:08:54)
    • Se o sacerdote distribuirá a comunhão para a congregação na missa, ele pega uma pequena hóstia, elevando-a em cima de um cibório, e diz em voz alta: “Ecce Agnus Dei, ecce qui tollit peccáta mundi” (“Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”), e os demais repetem três vezes o “Dómine, non sum dignus”.Ele então, o padre, dá a comunhão primeiramente aos demais clérigos presentes, em seguida aos coroinhas e aos fiéis, o padre ao dar a hóstia na boca dos demais, faz com a mesma o sinal da cruz ao dizer: “Corpus Dómini nostri Jesu Christi custódiat ánimam tuam in vitam æternam. Amen.” (“Que o Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo guarde a tua alma para a vida eterna Amém”). Os fiéis fazem aqui a sua comunhão espiritual em profundo recolhimento.

Ecce

 Conclusão

  • Orações de ação de Graças
    • São orações que se concentram sobre o Corpo e o Sangue de Cristo recebido, implorando que o preservam na retidão moral e doutrinária.
  • Antífona de Comunhão e Pós-comunhão
    • A antífona de comunhão é normalmente alguns versículos de um salmo. A Oração de pós-comunhão é semelhante a Coleta, não sendo diretamente retirado das Escrituras. Após este momento de recolhimento e agradecimento lê-se a leitura da comunhão ou comunion, contida no missal. Posteriormente, o sacerdote faz a introdução com as palavras “Dóminum Vorbiscum”. Os fiéis pausam o DVD e fazem as orações do pós-comunhão (poscomunion).
  • Ite missa est e Bênção final (01:14:06)
    • Ite Missa Est”, é a frase que indica que a Missa terminou e os fiéis em seguida podem retirar-se. Os fiéis respondem dizendo “Deo Grátias”.
    • Depois de dizer uma oração silenciosa para si, o sacerdote dá ao povo a sua bênção.
  • O Último Evangelho (01:14:52)
    • O sacerdote, então no lado direito do altar, lê o início do Evangelho de Joao, 1:1-14, que relata a Encarnação de Cristo.
    • Conclui-se a oração com: 3 Ave-Marias, 1 Salve Rainha , Oração à São Miguel Arcanjo e 3 saudações ao Santíssimo coração de Jesus. No vídeo da Santa Missa encontram-se orações ao Santo José, ao Anjo da Guarda e uma ladainha.
  • Final (01:26:51)
    • Após a Santa Missa há uma gravação da adoração ao Santíssimo. Esta adoração pode-se também fazer em nossas casa com a família ou em seu grupo. Posteriormente, há uma gravação de uma mensagem do Santo Miguel Arcanjo à Anne para todos os fiéis (01:36:30).

Fonte: Praxis des Glauben – Ordo Missae do Rito da Santa Missa (Padre R. Lodzig).