“A Cada Movimento, Ele Soltava Um Grito Terrível Diante de Uma Dor Insuportável.”

Mensagens de Jesus Cristo Enviada ao búlgaro Zoltán Hardy em 27 de Marco de 2004 quando este estava a fazer a sua via sacra. Quzoltanando estava ele na décima segunda estação, ele teve esta visão a qual está descrita abaixo. Zoltan nasceu na Búlgaria em 1953 e vive em Austrália, local onde recebeu a mensagem. Mais velho de quatro filhos devotos e pais católicos. Após o revolucao húngara em 1956, mas mudou-se em janeiro de 1957 ainda criança com os pais, como refugiados políticos para o Reino Unido, onde recebeu sua educação formal até à idade adulta. A mensagem original encontram-se Aqui neste site. 

“Meus amados irmãos e irmãs em Cristo,

Enquanto eu realizava a minha procissão diária para o tempo do jejum em 27 de Março de 2004 na parte da tarde, desejado pela Mãe de Deus e, também, enquanto a prometida visão na 12ª estação do calvário, novamente, aconteceu sobre o terreno exterior de Schönstatt, em Amadale, Leste da Austrália , veio uma grande e extraordinária revelação que gostaria de partilhar convosco. Revelação, em sintonia com o pedido da Mãe de Deus, que eu abra o meu coração e a minha alma à todas as pessoas.

passion-of-the-christA cena que eu agora descrevo é e, era certamente, em um momento, como se eu a visse e sentisse, altamente perturbante extremamente dolorosa Nesta visão, eu vi nosso Senhor Jesus Cristo pregado na cruz. Isto era como se eu ampliasse uma imagem, como uma camera que foca uma imagem e pode dar zoom. Mas neste caso, era uma ampliação da imagem nas costas de Jesus, onde eu pude ver, nitidamente, que Ele tinha em Suas costas somente pedaços de pele, onde de longe, a maior parte de suas costas consistia de carne viva com numerosos, cortes profundos cortes, aparentemente, provocados pela flagelação que Ele tinha recebido tão maldosamente e injustamente.

E desta perspectiva, eu pude reconhecer, claramente, que a madeira da cruz atrás, de suas costas, estava cheia de entalhes com a superfície toda estilhaçada, como a de uma lasca de lenha cortada por um machado. Ainda fascinado com que eu descrevi agora, vi então Jesus contorcer-se de dor e ao mesmo tempo Suas costas. Na verdade, a carne viva das suas costas esfolava devido a superfície áspera e inacabada da Cruz. E, ao mesmo tempo, eu podia ouví-lo a gritar com uma voz extremamente terrível, penetrante e agonizante, como se a dor atravessasse seu corpo. Mas, como se vê-lo e ouví-lo não fosse doloroso o suficiente para mim, eu pude sentir, de fato, a sua dor, como eu vi e ouvi.

Meus amados irmãos e irmãs em Cristo, eu não posso sequer tentar descrever, adequadamente, o efeito desta experiência que tive no momento, agora após o acontecimento, e eu estou absolutamente certo que para o resto de minha vida. Esse fenómeno ver a agonia de Cristo e realmente sentir, durou como pareceu-me horas, enquanto que eu via e sentia o tormento dos movimentos que o Senhor fez e toda as vezes em tentativas vãs de criar uma posição mais confortável e menos dolorosa.

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A cada movimento, Ele soltava um grito terrível devido a uma dor insuportável, uma dor agonizante que era apenas implacável. Quando Ele movimentava Suas Costas, os pregos distendiam os seus pulsos e, aparentemente involuntariamente, se abriam as mãos fechadas, das quais, ao mesmo tempo, a dor extendia ao longo do Seu braço até a Seus ombros e pescoço, e de lá, por sua vez, para baixo em sua coluna vertebral sobre as nádegas nuas (Ele estava completamente nu na cruz). Com ele (o prego) Ele tentava suportar o peso de Seu Santo corpo com estas ações. Dai, elas (as dores) alcançavam Suas coxas e pernas até, finalmente, Seus pés.

Tão logo estas dores agudas tinham chegados a Seus pés, elas faziam seus pés se contraírem, o que por sua vez, enviava, através dos pregos fincados em seus pés, uma dor aguda e excruciante às suas pernas. E assim o doloroso processo de dor aguda dirigia-se na direção oposta de onde ela tinha começado contraindo as costas contra a áspera e lascada madeira da cruz.

Durante todo o tempo, enquanto eu estava olhando para esse tormento completamente desumano, eu pude sentir, na realidade, ao mesmo tempo, com o meu Senhor, nosso Senhor, a cada movimento agonizante, através do meu próprio corpo, mas sem dúvida alguma, uma dor não tão profunda e intensa como Ele suportou. Sua Sagrada Face foi completamente coberta por Seu Santo Sangue, com tantas feridas profundas, tanto como resultado das chicotadas, que ele havia recebido, mas também pela maneira cruel, como os soldados romanos tinham pressionado a coroa de espinhos, de modo que eles (os espinhos) penetrassem o Seu crânio. Toda esta tremenda tortura implicou que a Sua Santa Face estivesse, completamente, contorcida e deformada pela dor, e quanto mais Ele gritava de dor, mais se deformava a Sua Face.

Ele gritava muito alto, para que a dor diminuísse, mas quanto mais Ele gritava, mais aumentava a dor e mais escoriações na pele e feridas por perfuração Ele recebia em Seu Santo corpo, através dos gritos. Em seguida, o Seu Santo corpo, momentaneamente, desfaleceu de exaustão devido ao grito e do agonizante sofrimento, com a Sua Santa cabeça para a frente sobre Seu peito manchado de sangue, e por um breve momento, houve uma interrupção dos gritos – mas apenas por um curto período de tempo. Então, começava Ele a asfixiar-se também. E enquanto Ele estava tentando inspirar o ar em seus pulmões, Ele começou a sufocar-se por causa do muco e sangue, o que por sua vez o levava a tossir. Isso então colocava, por sua vez, uma reação em cadeia de renovado tormento, dor e gritos em transição, porque o Seu Santo corpo estava na superfície áspera da cruz de madeira que, por meio da tosse, foi mais ainda esfolado e perfurado.

 

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Enquanto eu via estas tão grandes torturas desumanas, eu realmente sentia, novamente, todas as dores que Ele estava sentindo. Então, como se esta cena não fosse terrível o suficiente, eu vi a Mãe de Deus, que via o mesmo que eu vi, a olhar para Ele. E quando o Senhor gritava, gritava também Ela com Ele em agonia e dor, e onde Ela tanto queria tirar as dores Dele, como qualquer mãe amorosa na Terra teria feito, se ela própria visse tais atrocidades com seus próprios filhos.

Então, chorando, a Mãe Santíssima, tentou extender Sua mão e tocar os pés de nosso Senhor para aliviar a dor. E quando Ele via isto, contorcia Seu Santo corpo, na expectativa de (sentir mais) dores, na sequência do contato da mão de Sua Mãe nas feridas abertas. Isto, por sua vez deu origem a ainda mais lesões nas costas e ainda mais gritos de dor.

Este novo surto de gritos e agonia causou, por sua vez à Santíssima Mãe de Deus, ainda mais dor e choro sobre o desamparo completo. Ela estava em um estado de total desespero e todo o Seu coração estava totalmente dilacerado de dor, porque Ela Se sentia completamente impotente das tentativas de tirar as dores, as agonias e o sofrimento de Seu amado Filho, nosso Senhor.

Por outro lado, o nosso Senhor, apesar de Seu sofrimento físico agonizante, estava com o coração completamente desolado e consternado, pois, Ele viu o desamparo de Sua amada Mãe para ajudá-Lo e Ele sentiu-se, igualmente, impotente para tirar a sua dor e seu sofrimento.

Esta cena, que eu tentei descrever com a maior precisão, com as deficiências do idioma Inglês para encontrar palavras para a descrição de meus sentimentos e visões, pareceu levar horas, embora, na verdade, levou apenas minutos em tempo real e na vida real, além de deixar-me fisicamente, mentalmente e espiritualmente completamente vazio. Eu não pude quase levantar-me da minha humilde posição prostrado diante da cruz, porque eu estava chorando, não só incontroladamente, mas isto rasgou-me cada membro, como se eu me tornasse morto.

Meus queridos irmãos e irmãs em Cristo, essa experiência, que se repetiu, novamente, no dia seguinte na 12ª estação, foi tão real que, se alguém pudesse ver e sentir, o que eu passei, reconheceria também com isso, o que o pecado, realmente, provoca em nosso Senhor e, em seguida, na Mãe de Deus. Então eu realmente acho que todos nós iríamos pensar muito tempo e, precisamente, refletir em pecar novamente.

Embora a Mãe de Deus não me disse isso, pelo menos até o momento, ainda estou convencido de que esta experiência seria, sem dúvida, muito mais uma penitência adequada por meus pecados, como qualquer forma de penitência que já me foi dada por alguns sacerdotes no passado.

Obrigado, meus queridos irmãos e irmãs em Cristo. os quais pude compartilhar essa tão grande extrãordinária experiência. E eu espero que isto tudo seja uma ajuda para vós.

Eu oro à Santa Mãe de Deus, para que aqueles que querem ler ou ouvir suas mensagens, recebam-nas com a Sua bênção, e que também seus corações estejam cheios de Sua Graça e de Seu amor.